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Mais um cliente da P3 no Mercado Livre de Energia

A P3 Engenharia Elétrica concluiu em mais um cliente o processo de migração para o Mercado Livre de Energia. Desta vez numa empresa blumenauense de venda produtos à distância, especialmente moda feminina. Somente neste ano, mais de 20 clientes da P3 optaram por essa modalidade.

Comunicação da P3 Engenharia Elétrica

Know-how em Eficiência Energética: A palavra de ordem nas empresas que buscam a redução de custos

A P3 oferece soluções adequadas, otimizando processos

No atual momento da economia, o maior desafio das empresas é reduzir custos e ampliar a produtividade. A energia elétrica consumida se apresenta como um dos principais custos variáveis na composição de um orçamento. É pauta obrigatória nas reuniões de executivos. Resolver essa equação, buscando a eficiência energética, não é tarefa simples e exige assessoramento técnico de empresas que conhecem o mercado.

Esse é o papel da P3 Engenharia Elétrica. Ela procura maximizar o retorno dos investimentos, apresentando soluções customizadas, de acordo com as necessidades de cada cliente, otimizando processos.

O trabalho é fruto de um know-how alcançado após uma década de atuação no mercado, permitindo acrescentar ao seu amplo portfólio, serviços especializados em eficiência energética.

Projetos seguem normas internacionais de medição e verificação

A P3 Engenharia Elétrica é uma Empresa de Conservação de Energia (ESCO) e desde 2014 é afiliada a Associação Brasileira de Empresas ESCO (Abesco). Passamos a oferecer ao mercado, a elaboração e execução de projetos de eficiência energética. E são projetos que seguem normas e procedimentos internacionais, como o Protocolo Internacional de Medição e Verificação de Performance (PIMVP) e outros documentos elaborados pela EVO (Efficiency Valuation Organization).

Um diferencial que chegou ao mercado com as premissas de seriedade e capacidade técnica de uma atualizada equipe de engenheiros. Eles desenvolvem projetos de eficiência energética com métricas confiáveis nos resultados apurados, como o Diagnóstico Energético e Medição e Verificação de Performance.

Uma empresa certificada para habilitar projetos de eficiência energética

Além da experiência, a P3 conta com certificações necessárias para submeter projetos para editais de chamadas públicas dos programas de eficiência energética publicadas por concessionárias de distribuição de energia elétrica. Em Santa Catarina, o principal programa é o PEE – CELESC, a chamada pública deste programa acontece anualmente.

Como funciona um projeto de Eficiência Energética

Fazer uma avaliação energética dos sistemas consumidores de energia na unidade é o primeiro passo para implantar um projeto de eficiência energética. A segunda etapa é a forma de se aportar capital para sua viabilização, seguido pela contratação, verificação dos resultados e entrega do projeto.

Um projeto de eficiência energética define ações em determinada operação, buscando principalmente a redução de custos com consumo de insumos energéticos e hídricos. Ele apresenta sugestões de viabilidade técnico-econômica e inclui especificações técnicas, o “project finance”, equipamentos, materiais, serviços e as implantações propriamente ditas. Além disso, o gerenciamento do projeto e a gestão dos resultados após o término das intervenções.

Qualquer empresa ou empreendimento pode ser beneficiado com um projeto de eficiência energética, por meio de retrofit de ativos operacionais e instalações, com adequação de procedimentos.

Sobre o Programa de Eficiência Energética da CELESC e como participar

  • O Programa de Eficiência Energética da CELESC – PEE CELESC é executado anualmente, atendendo cláusula do Contrato de Concessão de Distribuição de Energia Elétrica.
  • A legislação determina que as concessionárias e permissionárias de serviços públicos de distribuição de energia elétrica devem aplicar, anualmente, a partir de abril de 2007, o valor equivalente a 0,50% de sua receita operacional líquida anual em programas de eficiência energética no uso final de energia elétrica.
  • O objetivo do PEE CELESC, por meio de Chamada Pública, é selecionar propostas de projetos de eficiência energética no uso final de energia elétrica para unidades consumidoras pertencentes à área de sua concessão.
  • Podem participar todos os consumidores atendidos na área de concessão da CELESC, com registro no Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica (CNPJ), que estejam em dia com suas obrigações legais perante a mesma e que estejam enquadradas em uma das classes de consumo a seguir: industrial, residencial (excluídas as beneficiadas com a tarifa social de energia elétrica), comércio e serviços (e outras atividades), poder público (federal, estadual e municipal), rural (todas as subclasses), serviços públicos e iluminação pública.
  • Podem ser apresentados projetos com as tipologias melhoria das instalações, envolvendo a troca ou melhoramento do desempenho energético de equipamentos e sistemas de uso da energia elétrica, com ou sem geração de fontes incentivadas (micro ou minigeração) que utilize fontes com base em energia solar, eólica, hidráulica, biomassa ou cogeração qualificada, conectada na rede de distribuição.
  • Dentre as possibilidades de melhoria para uso final de energia elétrica, tem-se os sistemas de aquecimento solar, ar comprimido, bombas de vácuo, bombas hidráulicas, condicionamento ambiental, equipamentos hospitalar, fontes incentivadas, iluminação, refrigeração, motores elétricos, sopradores de ar, trocador de calor para chuveiro, entre outros.

Celesc destinará R$ 10 milhões para desenvolvimento de projetos

A Chamada Pública PEE CELESC 001/2016 destinará R$ 10 milhões para desenvolvimento de projetos de eficiência energética em residências, indústrias, prédios públicos, estabelecimentos comerciais ou de serviços, na área rural ou na iluminação pública. O prazo para envio de propostas encerrou no dia 24 de fevereiro, conforme informações do Edital.

Em janeiro, a concessionária realizou o III Workshop PEE CELESC, esclarecendo dúvidas sobre a Chamada Pública para seleção de projetos de eficiência energética. O evento reuniu 130 interessados, dentre eles os representantes da P3.

No ano passado, a P3 fez o diagnóstico energético da Universidade Regional de Blumenau (FURB) que está substituindo 9.202 lâmpadas fluorescentes tubulares por lâmpadas de LED. Neste ano, novos projetos de clientes foram encaminhados para análise.

Comunicação da P3 Engenharia Elétrica | Giovani Vitória | Jornalista

Mais sete clientes migrando para o Mercado Livre

Mais sete empresas da região estão migrando para o Mercado Livre de Energia, atendidos pela Celesc. A P3 Engenharia Elétrica foi a responsável pela montagem dos painéis medidores. São quatro empresas de Blumenau, duas de Brusque e uma de Gaspar.

Comunicação da P3 Engenharia Elétrica | Giovani Vitória | Jornalista

Custo da energia elétrica para pequena e média indústria brasileira caiu 10,7%

O custo da energia elétrica para a pequena e média indústria nacional no mercado regulado atingiu R$ 504 por megawatt-hora (MWh) no ano passado, de acordo com estudo divulgado  pela Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro (Firjan). O resultado mostra uma queda de 10,7% em comparação a 2015, quando a energia custava para a indústria do País R$ 564,34 por MWh.  A sondagem utilizou as tarifas disponibilizadas pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel).

Segundo a Firjan, a redução se deve à conjuntura econômica adversa, que permitiu diminuição da geração térmica e a substituição da bandeira tarifária vermelha pela verde. A entidade diz, entretanto, que o custo subiu 48,2% desde 2013.

A energia é, segundo a entidade, um dos principais insumos para a indústria brasileira, usado por 79% das empresas e podendo representar mais de 40% de seus custos de produção.

A análise da composição do custo médio da energia elétrica para a indústria no Brasil, em 2016, tem entre seus componentes de maior peso a geração, transmissão e distribuição (GTD), que ficou em R$ 298,45, com participação de 59,2% no total, seguido dos tributos (R$ 135,87 e participação de 27%) e das perdas técnicas (R$ 36,95 ou o equivalente a 7,3% do custo médio total).

Estados

A pesquisa revela que o Rio de Janeiro apresenta o maior custo da energia para a indústria do País (R$ 628,83 por MWh), com tributos, superior à média nacional em 24,8%, seguido pelo Pará (R$ 609,79) e Mato Grosso (R$ 580,05). O menor custo aparece no Amapá (R$ 271,45).

Subsídios ao setor de energia custam R$ 20 bi e precisam ser revistos, diz ANEEL

aneelOs subsídios pagos via CDE (Conta de Desenvolvimento Energético) custam certa de R$ 20 bilhões anuais aos consumidores de energia e precisam ser revistos, informou o diretor-geral da ANEEL (Agência Nacional de Energia Elétrica), Romeu Rufino. Em entrevista ao Fato Online, Rufino afirmou que concorda com a avaliação do agora ex-ministro da Fazenda, Joaquim Levy, de que era preciso rever o que era pago pela CDE e qual o real benefício desses subsídios. “O subsidio, se você olhar individualmente, ele faz sentido. Todos concordamos que o consumidor de baixa renda deve ter um subsídio, já que a energia pesa mais no orçamento dele”, afirmou. A CDE é uma conta do setor elétrico usada para pagar programas sociais como o Luz para Todos e Tarifa Social.

Mas o diretor destaca que quando se olha o somatório dos subsídios chega-se à conclusão de que é preciso rever alguns desses benefícios. Rufino destaca que hoje fontes de energia que são muito competitivas ainda recebem subsídios, que foram criados para incentivar essa competitividade, “porque ninguém concorda em retirar subsídio que já foi conquistado”. “No Brasil, muitas vezes se coloca o subsídio, mas não se coloca um prazo de validade para o subsídio, uma data para revisitar esse subsídio”, disse. Segundo dados da Abradee (Associação Brasileira de Distribuidores de Energia Elétrica) os encargos e os tributos representam 40% da conta de energia.

Na lista de subsídios pagos pela CDE estão ainda o programa Luz para Todos, irrigação para a agricultura e incentivos para fontes alternativas de geração de energia, como solar e eólicas.

Abengoa

A ANEEL espera uma solução de mercado para o caso da Abengoa. A empresa espanhola abriu uma espécie de recuperação judicial na Espanha e desde então a subsidiária brasileira vem enfrentando problemas e paralisando obras do setor elétrico que estavam em andamento, com uma das linhas de transmissão que vão atender à Usina Hidrelétrica Belo Monte. “Estamos cobrando dela uma solução. Uma solução que avaliamos como a melhor é que ela busque um sócio, um acionista, que entre ou que compre integralmente as operações dela”, afirmou Rufino.

A possibilidade de uma intervenção, explicou Rufino, é mais complicada. Segundo o diretor, isso demoraria mais tempo, o que poderia comprometer ainda mais o andamento das obras tocadas pela empresa.

A ATE XVI Transmissora de Energia, empresa controlada pela Abengoa, venceu o leilão do linhão de Belo Monte (como é conhecido o projeto no jargão do setor), que passa pelos estados da Bahia, Maranhão, Piauí e Tocantins, em dezembro de 2012, e assinou contrato em fevereiro de 2013. A obra previa a construção de 1.854 quilômetros de linhas de transmissão, com estimativa inicial de entrega em fevereiro de 2016. No entanto, a empresa só conseguiu a licença de instalação em março deste ano, segundo documento da ANEEL. Em 2014, a Abengoa arrematou outros dois lotes de linhas de transmissão, com obras no estado do Pará.

Segundo informações disponíveis no balanço corporativo da empresa, a Abengoa tem 6.318 quilômetros de linhas de transmissão em construção e 3.570 quilômetros de linhas em operação no Brasil.

Bandeira tarifária

Apesar do cenário de chuvas mais favorável nos últimos meses de 2015, o diretor-geral da ANEEL acredita que a bandeira tarifária de janeiro continuará vermelha, o que indica uma cobrança extra de R$ 4,50 a cada 100 kilowatts-hora (kWh) consumido. A bandeira é usada para pagar pelo despacho de usinas termelétricas, que em geral geram uma energia mais cara. A partir de fevereiro, explicou Rufino, o valor e a bandeira depende de uma série de variáveis, entre elas a votação das bandeiras tarifárias intermediárias. A proposta que está em consulta pública prevê a criação de duas bandeiras tarifárias vermelhas. A criação das faixas intermediárias é uma das medidas que a agência tem adotado para minimizar o peso da conta da energia, que subiu em média 50% durante o ano de 2015

Fonte: Fato Online

Abertura de mercado poderia gerar até 40% de economia

aumento-de-preçoUm único decreto do governo federal poderia criar as condições necessárias para diminuir de 17% a 40% a conta de luz dos consumidores. Essa ação permitiria a livre comercialização da energia elétrica para todos os consumidores, também conhecida como portabilidade. O livre comércio já é permitido para empresas grandes consumidoras que consomem uma carga de 500 quilowatts (kW) de energia renovável ou 3.000 kW, de qualquer fonte.

“A legislação permite, desde 2003, que o poder concernente flexibilize o comércio de energia para todos os mercados, mas o governo não se pronunciou”, explica o diretor da Trade Energy, comercializadora de energia elétrica, Luís Gameiro. Em função desse silêncio, existe um Projeto de Lei no Congresso Nacional (PL 1917/15) que pretende inserir a portabilidade na legislação brasileira. Os índices de economia que o consumidor final poderia alcançar com a mudança da lei são baseados no que acontece hoje na livre comercialização. “Fizemos uma pesquisa e nos últimos 12 anos a compra de energia no mercado livre garantiu uma economia média de 17% ao ano aos compradores, o que equivale a R$ 27 bilhões em dinheiro”, conta o diretor técnico da Associação Brasileira dos Comercializadores de Energia (Abraceel), Alexandre Lopes. Neste ano, porém, diante dos diversos reajustes sofridos no mercado cativo, a economia chegou a 40%. “Podemos usar esse números, de 17% a 40%, de referência para imaginar qual seria a economia no caso do consumidor final”, avalia Gameiro.

“É assim que funciona em todos os 27 países da União Européia, na Austrália, na Nova Zelândia, em 22 Estados norte-americanos, no Canadá”, conta Lopes que acredita que o mercado estaria pronto para atender o consumo residencial se houvesse a mudança.

Fonte: O Tempo